
Sei dela uma beleza extrema,
Sei dela uma fragrância, uma poema.
Sei porque a conheci desde sempre.
Sei dela, porque não seria nada,
Se não fosse de Deus a misericórdia,
A cada manhã renovada!
Sei dela, assim tão amada,
Que o pouco que ainda me resta,
É apenas a doçura da espera.
Do encontro no eterno que ela,
Jamais sonda ousar imaginar
Pois é lá que fará o que mais ama em vida
Cantar, cantar e cantar!
Gláucia Carvalho
(Em homenagem ao meu amigo Valter Júnior)