De melodias esculpida,
De harmonia preenchida,
De amor predestinada,
De poesia foi moldada
E sem música ela não é nada...
Gláucia Carvalho
14.05.2014
Já há tempos escrevo num lugar ou outro, mtas vezes escondidos em gavetas,cadernos,guardanapos,coisas do meu dia-a-dia.Algumas pessoas que em algum momento se indentificaram comigo e acharam interessante eu tentar juntar tudo num lugar só acabaram por me convencer. Espero aqui dizer exatamente o q sou,como sou e como sonho que a vida seja para todos cheia de paz graça e muito humor.Minha frase de praxe é, muito sincera: um beijo n'alma de tantos quantos vierem aqui.Sempre, Gláucia
quinta-feira, 15 de maio de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
Poeta
Se sou poeta ou metida a poeta,
O mínimo que me cabe, parafraseando Gil,
É caber em qualquer espaço.
Por mais descabido que seja.
Se minha alma chora e deseja,
Um pouquinho do luar de frente ao mar,
Eu escrevo em todas as linhas,
E também nas entrelinhas,
A verdade do que sou.
Caso contrário, de que vale escrever umas rimas,
Se elas não são exatamente eu?
Serei como um navegante experiente,
Que saiu pra pescar e se perdeu...
Viva a poesia viva!
Quando eu morrer, não haverá palavra nenhuma,
Que irá conseguir denotar meu estado de luz,
Porque nada neste mundo é páreo,
Para a presença constante de Jesus!
Digo o que sou...
Se dói em você, tenha empatia comigo.
Se não te significa nada,
Seja apenas meu amigo...
Gláucia Carvalho
06.5.2014
O mínimo que me cabe, parafraseando Gil,
É caber em qualquer espaço.
Por mais descabido que seja.
Se minha alma chora e deseja,
Um pouquinho do luar de frente ao mar,
Eu escrevo em todas as linhas,
E também nas entrelinhas,
A verdade do que sou.
Caso contrário, de que vale escrever umas rimas,
Se elas não são exatamente eu?
Serei como um navegante experiente,
Que saiu pra pescar e se perdeu...
Viva a poesia viva!
Quando eu morrer, não haverá palavra nenhuma,
Que irá conseguir denotar meu estado de luz,
Porque nada neste mundo é páreo,
Para a presença constante de Jesus!
Digo o que sou...
Se dói em você, tenha empatia comigo.
Se não te significa nada,
Seja apenas meu amigo...
Gláucia Carvalho
06.5.2014
segunda-feira, 5 de maio de 2014
A mulher e o pintor
Se você pudesse ver a cor da minha melancolia,
Você pintaria todo dia, todo dia, meu coração.
Se você pudesse ver a cor da minha tristeza,
Você jogaria um spray com toda beleza,
Você estouraria mil fogos de artifício,
Pra não ser tão difícil,
Ser quem sou.
Tudo dói, tudo fere,
Tudo a que a mim se refere, tem a cor da dor.
Tem o tom da saudade...
Se você pudesse ver as cores da minha mente,
Eu juro, por misericórdia,
Você iria me apagar para sempre.
Gláucia Carvalho
04.05.2014
Você pintaria todo dia, todo dia, meu coração.
Se você pudesse ver a cor da minha tristeza,
Você jogaria um spray com toda beleza,
Você estouraria mil fogos de artifício,
Pra não ser tão difícil,
Ser quem sou.
Tudo dói, tudo fere,
Tudo a que a mim se refere, tem a cor da dor.
Tem o tom da saudade...
Se você pudesse ver as cores da minha mente,
Eu juro, por misericórdia,
Você iria me apagar para sempre.
Gláucia Carvalho
04.05.2014
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Farta
Ando empilhando livros que já li,
Os que não li empilho também.
Pra não perder o costume.
Tudo digitalizado demais me enoja.
É muita luz na minha cara.
É muita verdade sendo jogada.
Onde estão os papéis de cor amarronzada,
Onde ficaram as folhas amarrotadas?
Ninguém mais liga, ninguém mais lê.
É quase um conto de fadas uma carta,
Deus do céu, como eu estou farta!
Gláucia Carvalho
25.4.2014
Os que não li empilho também.
Pra não perder o costume.
Tudo digitalizado demais me enoja.
É muita luz na minha cara.
É muita verdade sendo jogada.
Onde estão os papéis de cor amarronzada,
Onde ficaram as folhas amarrotadas?
Ninguém mais liga, ninguém mais lê.
É quase um conto de fadas uma carta,
Deus do céu, como eu estou farta!
Gláucia Carvalho
25.4.2014
terça-feira, 15 de abril de 2014
Menina
Eu era menina...
Ouvia um pianista mais virtuoso e enlouquecia.
Eu era uma menina. Quando fiz 8 anos, pedi o disco do Sítio do Pica Pau Amarelo para minha mãe de presente.
Eu era menina. No ano seguinte, quis o disco do Fábio Júnior - Pai Herói.
Eu era menina, pedi o disco do Alan Parsons Project.
Eu era menina, pedi boneca.
Eu era menina, pedi meus patins.
Eu era menina, perdi minha paz.
Eu era menina, não voltarei a ser jamais.
Gláucia Carvalho
12.04.2014
Ouvia um pianista mais virtuoso e enlouquecia.
Eu era uma menina. Quando fiz 8 anos, pedi o disco do Sítio do Pica Pau Amarelo para minha mãe de presente.
Eu era menina. No ano seguinte, quis o disco do Fábio Júnior - Pai Herói.
Eu era menina, pedi o disco do Alan Parsons Project.
Eu era menina, pedi boneca.
Eu era menina, pedi meus patins.
Eu era menina, perdi minha paz.
Eu era menina, não voltarei a ser jamais.
Gláucia Carvalho
12.04.2014
sábado, 29 de março de 2014
Castelo
Ninguém me vê.
Eu não saio.
Vivo sozinha em meu castelo,
Meu ócio é todo amarelo
E não tenho tempo pra ninguém.
Ninguém me vê de camisola e chinelo,
Não abro os portais do meu castelo...
Jamais foi vã minha ruptura,
A vida lá fora foi dura,
E dura eu voltar a cantar.
Meu canto só Deus escuta,
Também é d'Ele minha labuta,
De ter que sair, querendo ficar.
Por isto me aquieto e da janela,
Vejo uma vida amarela,
Vivendo em meu lugar.
Gláucia Carvalho
29.03.2013
Eu não saio.
Vivo sozinha em meu castelo,
Meu ócio é todo amarelo
E não tenho tempo pra ninguém.
Ninguém me vê de camisola e chinelo,
Não abro os portais do meu castelo...
Jamais foi vã minha ruptura,
A vida lá fora foi dura,
E dura eu voltar a cantar.
Meu canto só Deus escuta,
Também é d'Ele minha labuta,
De ter que sair, querendo ficar.
Por isto me aquieto e da janela,
Vejo uma vida amarela,
Vivendo em meu lugar.
Gláucia Carvalho
29.03.2013
quinta-feira, 20 de março de 2014
Do que sou
Sou feita de uma simples mistura.
Pó, tristeza e música.
Deus colocou uma pitada de melancolia,
Sou também poesia.
Fui assada em um forno à lenha,
Que destinaria minha simplicidade,
E me fez atemporal pois sou menina e mulher,
Sem nem mesmo saber a minha idade.
Sou um tanto de cada um que passa por mim,
Sou do artesanato, ao capim,
Célula, por célula com acordes esculpida.
Assim Deus disse em meu ouvido: haja nela fôlego de vida!
Gláucia Carvalho
20.3.2014
(ouvindo os sons inspirados pelo Criador!)
Pó, tristeza e música.
Deus colocou uma pitada de melancolia,
Sou também poesia.
Fui assada em um forno à lenha,
Que destinaria minha simplicidade,
E me fez atemporal pois sou menina e mulher,
Sem nem mesmo saber a minha idade.
Sou um tanto de cada um que passa por mim,
Sou do artesanato, ao capim,
Célula, por célula com acordes esculpida.
Assim Deus disse em meu ouvido: haja nela fôlego de vida!
Gláucia Carvalho
20.3.2014
(ouvindo os sons inspirados pelo Criador!)
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